sexta-feira, julho 09, 2004

Espaghettização mundial

Vi hoje a noite "Tiros em Columbine". Nossa, já deveria ter realizado tal ato telespectivo há muito. Te garanto que um pouco do meu horror aos norte-americanos foi minimizado. Tudo bem, eu sei que eles, inclusive o Michael Moore, continuam se achando americanos mesmo sendo apenas norte-americanos. Isso já me motivou a alguns discursos de bar com alguma aceitação dos companheiros de filosofias baratas. Como assim americans? Também sou americano então. Eu, os vizinhos do Peru e arredores. Até os canadenses são bem vindos. Mas ok, isso não é conversa de bar, e se mostra como uma digressão do que realmente tava falando: De que existem alguns norte-americanos que conseguem respirar apesar da massificação em série ocorrida por lá. Só lá, aqui não, claro...
A propaganda oficial dos gringos apresenta um mundo único ocidental. Uma américa mundial cabendo num umbigo norte-americano. Cultura de massa que atinge a nós, terra do churrasco. Cantaram bem os italianos, país da cultura da massa chegando aqui na américa do sul:

Merica, Merica, Merica,
cossa saràla 'sta Merica?
Merica, Merica, Merica,
un bel mazzolino di fior.


A diferença, e todos sabem, é que os ianques cantam América falando dos EUA. Talvez essa pedância gere exatamente esse sentimento anti-norte-americano crescente em nosso país. Só que esse pensamento é simplista demais, já que a crítica efetiva seria às instituições formais dos americanos, e não ao povo. Sim, eles são bundões massificados, mas quem não é? O Berlusconi comendo espaghetti então, nem se fala.
E lembre-se: não é por que não temos uma emissora de tv que somos minoria.

Além disso, fotos:

* Está por vir mais um rolo bem sucedido, assim que eu scanear as chapas;
* Gastei meus parcos dinheiros em fotos ultimamente e agora vou me capitalizar de novo. Ou seja, reunirei energias antes do próximo rolo. Um ISO 400 provavelmente;
* O mistério dos novos membros do post anterior tem nome: Fers Gruendling.