sábado, junho 19, 2004

O Império Imobiliário do Clã Prates

Até que enfim a família Prates liberou um de seus diversos imóveis para fotos. Tá certo que nunca almejaria fazer fotos de todas as locações de dita família, já que para tanto seria necessário um investimento em filmes e tempo que não me é alcançável no momento. Mas como a amizade é duradoura, creio ser possível em 20 anos mapear o patrimônio imobiliário do caro clã. Tirei fotos ontem do alto da caixa d'água do Plaza Miró lá pelas 20:00. Pena que viajei na quantidade de poses que o filme ASA800 possuía. Fui mesquinho e calculei que só possuiria mais 10 poses, quando na realidade tinha mais 20. Blz, dá pra colocar em prática o projeto de tirar fotos de dentro do bus, mais especificamente do já cotidiano Praia de Belas. Se alguém souber algum impedimento legal para realizar tais fotos, com tripé e alto tempo de exposição me avise por favor, pois dae terei que pensar no godô pro motorista e cobrador.

quarta-feira, junho 16, 2004

Cidade baixa, vida ordinária

Meio tímido, lhe digo. Mas foi. Nessa segunda, pela ânsia de fumar mais um cigarro, me motivei a tirar fotos inéditas, pelo menos no meu acervo, do urbano a noite da cidade baixa. Eram 3:47 se não me engano, e com idéias que insistiam em me levar à rua, fui. Minha estratégia era dar uma banda até a lima, comprar uns crivos e voltar dae com o terreno já mapeado. Só que o Apolo tava aberto. E Encontrando convivas por lá, ouvi histórias, bebi umas cevas e opiniei em coisas abstratas. Propus alguém a ser segurança na minha empreitada em conseguir luz de noite, mas que por problemas pessoais não pode comparecer. Ele teve problemas com um segurança em passado recente. Não poderia atuar num papel que pra ele era antagônico. Ok, fui mesmo assim e depois de comprar uns avulsos, e fumá-los, tirei algumas fotos da José do Patrocinio deserta apesar dos olhares incrédulos de um taxista semi acordado. Te digo o seguinte: terça na madruga é deserto. E o olhar do taxista me garantiu a minha vida ordinária.